Tutorial BPM – Passo a passo para começar
Atendendo a pedidos, disponibilizamos uma nova versão do nosso “Tutorial BPM - Passo a passo para começar”, dessa vez em versão HTML.
Veja aqui
1 comentário 3 de Outubro de 2008 às 11:29 Rafael Bortolini
Atendendo a pedidos, disponibilizamos uma nova versão do nosso “Tutorial BPM - Passo a passo para começar”, dessa vez em versão HTML.
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1 comentário 3 de Outubro de 2008 às 11:29 Rafael Bortolini
Derek Miers, um dos caras mais importantes de BPM no mundo, estará em São Paulo em novembro ministrando 2 cursos de BPM. É uma grande oportunidade para trocar idéias em alto nível e também entender o que está rolando em BPM fora do Brasil. Para quem puder, vale o investimento. O convite, chamada e links estão abaixo:
Através de uma parceria entre ProcessMind e BPM Focus, Derek Miers estará em São Paulo na semana de 24 a 28 de novembro de 2008 para ministrar os treinamentos BPM Process Modeling Fundamentals e Developing a Structured Approach for BPM Project Success. São treinamentos ideais para quem quer garantir uma capacitação de alto nível em BPM. No final desse e-mail existem instruções de como efetuar a pré-inscrição nos treinamentos.
Para quem ainda não o conhece, Derek Miers é um dos mais reconhecidos especialistas em BPM no mundo. Participa da especificação de BPMN desde os tempos do BPMI.org, do qual foi Co-Chairman, e mais recentemente atuando junto ao OMG, tendo lançado recentemente o livro BPMN Modeling and Reference Guide. Ele é autor do BPTrends BPM Suites Report, que analisa detalhadamente mais de vinte BPMS, e participa ativamente dos principais congressos mundiais sobre BPM.
O treinamento BPM Process Modeling Fundamentals, ministrado em dois dias, é ideal para quem está buscando aprender ou aprimorar métodos e técnicas de modelagem de processos, com foco em BPMN. É um treinamento teórico e prático bastante abrangente.
O treinamento Developing a Structured Approach for BPM Project Success, ministrado em três dias, é ideal para quem está buscando adquirir conhecimento em como desenvolver com sucesso um projeto de BPM. É um treinamento abrangente sobre melhores práticas, desafios, metodologia e tecnologias que levam um projeto de BPM a ser bem sucedido.
As pré-inscrições para os treinamentos estão abertas e podem ser feitas através do formulário online. Assim que for definido o local dos treinamentos, entraremos em contato para efetuar as inscrições na ordem em que as pré-inscrições foram feitas. Dúvidas sobre os treinamentos e pré-inscrições podem ser encaminhadas para capacitacao@processmind.com.br.
Adicionar comentário 1 de Outubro de 2008 às 17:53 Rafael Bortolini
Vemos a cada dia um crescente número de artigos sobre mobilidade, utilização de plataformas móveis para acesso aos sistemas organizacionais. Somado a isso acompanhamos recentemente as divulgações dos lançamentos do celular da Apple, o iPhone 3G, no Brasil e o lançamento do celular HTC utilizando o sistema Android do Google.
Apresentamos nesse vídeo um exemplo do tipo de mobilidade que as pessoas podem usar na prática. Nesse vídeo mostramos um gestor de uma organização acessando um BPMS e aprovando a compra de uma nova impressora.
Este é um exemplo de como as plataformas móveis estão cada vez mais robustas e permitem que você consiga realizar seu trabalho tanto no escritório quanto fora dele.
O celular que vemos no vídeo é o Apple iPhone 3G.
Adicionar comentário às 15:26 Leonardo Luzzatto
Recentemente me envolvi em uma pesquisa um pouco distante de processos, relacionada a chamada “guerra dos padrões”. Foi o embate da Microsoft versus a maioria das empresas de TI do mundo pela definição e aprovação pela ISO do seu padrão de intercâmbio de documentos, o OpenXML.
Resumindo a história, existe uma busca por definir um padrão universal para a formatação, estrutura e conteúdo de documentos eletrônicos. Com isso seria possível criar um documento no Word e facilmente editá-lo em qualquer outra ferramenta de escritório. Ou, melhor, qualquer desenvolvedor poderia ter acesso aos meandros de como o documento está criado, podendo importá-lo, manipulá-lo e modificá-lo a vontade. As aplicações são inúmeras.
Algum tempo atrás, o pessoal da Sun, IBM e outras aprovou o padrão ODF (Open Document Format) na ISO como um modelo padrão de documentos. Legal. A extensão ODF passou a ser a utilizada pelas ferramentas do OpenOffice, a alternativa free do Microsoft Office.
Legal mas nem tanto. A maioria absoluta das pessoas usa o Office, e o Office não suportava o ODF. A Microsoft, meio que forçada a abrir o código dos documentos Office, ao invés de aderir ao ODF, resolveu criar o seu próprio padrão, o OpenXML, concorrente do ODF. E, para finalizar, resolveu submetê-lo também a ISO para que essa o aprovasse como um padrão.
Surpreendentemente, a ISO aprovou. Tem gente que até hoje não entendeu como, já que o OpenXML nem está pronto ainda, e nas versões preliminares foram encontrados milhares de erros.
Não vou entrar no mérito de qual é melhor ou pior, até porque não conheço os detalhes de cada especificação a fundo – e nem quero. O que me chamou a atenção nessa briga toda foi a questão de definição de um padrão. Por “padrão” entendemos inicialmente algum tipo de convenção, uma norma, um conjunto de regras que se todo mundo seguir a vida será mais fácil para todos.
Dessa “guerra de padrões” aprendi algumas coisas, lendo comentários e defesas dos dois lados, que são muito interessantes. Veja só:
Vamos voltar ao mundo de processos e BPM agora. Está ocorrendo uma briga enorme nesse exato momento para a definição de alguns padrões de processos, a serem utilizados pelas ferramentas e pelos usuários nos próximos anos. Em voga está o futuro de BPMN, BPMN 2.0, XPDL, BPEL e BPDM. Padrões para desenho, execução e intercâmbio de processos. Sim, pois padrões como o XPDL e BPEL, por exemplo, talvez estejam com os dias contados. Talvez.
O triste dessa história é que se essa discussão seguir o caminho tradicional, a opinião de quem usa e trabalha o dia todo com isso talvez não será levada em consideração. E sim a opinião e o interesse de algumas poucas mega- empresas de TI do mundo, que mais uma vez vão usar um padrão como uma arma de guerra.
1 comentário às 10:28 Rafael Bortolini
Inovar é subverter regras e princípios estabelecidos, é ousar! Parafraseando Jean Cocteau: “Nada existe de audacioso sem a desobediência às regras“.
É preciso saber a hora de inovar e, apenas Investir em P&D não é garantia de bons resultados. Claro que, para inovar, não basta apenas ter boas idéias: há que se saber o momento oportuno de implementá-las.
Um engano comum a muitos profissionais é pensar que, para fazer inovações, é necessário dispor de alto investimento financeiro. Nem sempre. Primeiramente é preciso que se mude a postura e a forma de focar os problemas – tarefa difícil para muitos profissionais que exercem o mesmo cargo por um longo período - por se encontrarem, às vezes, condicionados ao mesmo padrão de resposta para todos os problemas.
O que não conseguem prever é que, mesmo que a inovação traga algum custo financeiro, poderá resultar em benefícios muito maiores como reduzir custos operacionais, diminuir prazos de entrega do produto/serviço para o cliente (grande diferencial no mercado hoje), proporcionar maior conhecimento das atividades e flexibilidade para alterá-las com rapidez, otimizar processos, entre muitos outros fatores. Tudo isso, contribui significativamente para a satisfação do cliente, além de reduzir custos desnecessários. Assim, um investimento pode resultar em benefícios bem maiores que os valores aplicados.
Porém, antes de investir em inovações como a compra de um software, é preciso primeiro reavaliar as operações, analisar as capabilidades da empresa e por fim, criar um novo modelo operacional para só então ir em busca de um software adequado que se identifique com as reais demandas da organização.
A incapacidade para inovar é uma das principais causas de fracasso em um negócio. Hitendra Patel (gestor de inovação do Grupo Monitor na Ásia e co-autor do livro 101 Inovações Revolucionárias) citou em entrevista à Revista Exame: “A maioria das pessoas são treinadas para administrar uma empresa, mas não são treinadas para criar um novo negócio ou oportunidade”.
É equivocado pensar proteger-se apostando na paralisia: manter-se estático é um risco muito maior do que ousar, implementando mudanças! Hoje, o mercado exige inovações e, empresas como a Apple, vanguarda no mercado dos eletrônicos, estão aí para comprovar essa tese. Não é à toa que seus produtos alcançam tanto sucesso!
Adicionar comentário 25 de Setembro de 2008 às 13:33 Danielle Guimarães
“O padrão BPEL geralmente aplica-se melhor a processos centrados em INTEGRAÇÃO (processos que coordenam interações entre SISTEMAS ao invés de PESSOAS) pois isso está mais ligado ao intento original dessa linguagem.”
Tradução livre. Grifo nosso. Relatório “State of the Business Process Management Market 2008″, pág. 17, by Oracle Corporation - uma das empresas que mais defendem o BPEL como padrão global para o BPM
Adicionar comentário 20 de Setembro de 2008 às 14:46 Rafael Bortolini
“Toda mudança traz riscos, mas qual é o risco de não mudar?”
Robert Kaplan, é co-idealizador do método de gestão Balanced Scorecard (BSC) e doutor em Administração de Empresas pela Universidade de Harvard.
1 comentário 19 de Setembro de 2008 às 10:01 Danielle Guimarães
Muito interessante o artigo A Próxima Revolução na Produtividade publicado na revista Harvard Business Review do mês de agosto pelos autores Ric Merrifield, Jack Calhoun e Dennis Stevens onde destacam a utilização da reengenharia de processos pelas empresas há quase 20 anos afim de reduzir custos, diminuir problemas de ineficiência e aumentar a satisfação do cliente. Tais problemas são causados, quase sempre, pela falta de conhecimento e entendimento dos processos da empresa. Os autores comentam que muitas destas empresas, que participaram da Revolução da Reengenharia, atualmente, não registram mais progressos. Porém, o surgimento de novas tecnologias via web, que detalham cada atividade que compõe o processo, facilitam o conhecimento e a tomada de decisões.
Como eles afirmam: “Torna-se possível, agora, projetar muitas das atividades de uma empresa como componentes de um software – como peças de um Lego que podem ser agrupadas e separadas com facilidade”.
Dois cuidados que devemos focar são:
Os autores comentam ainda, casos de empresas que realizaram o redesenho de seus processos antes de automatizá-los. Isto veio a eliminar softwares redundantes, o que simplifica e reduz custos com processos, antes manuais, trazendo um aumento de produtividade.
Adicionar comentário 18 de Setembro de 2008 às 09:53 Danielle Guimarães
“A perfeição não é alcançada quando já não há mais nada para adicionar, mas quando já não há mais nada que se possa retirar”.
Antoine de Saint Exupéry
Adicionar comentário 14 de Setembro de 2008 às 19:01 Rafael Bortolini
Michael Hammer, considerado o pai da reengenharia e cuja obra influenciou profundamente o pensamento e a teoria de processos que hoje está em voga, faleceu no último dia 03/09, aos 60 anos.
De herói da gestão por processos a vilão do downsizing na década de 90, Hammer foi, acima de tudo, um “mal compreendido”, como podemos ver por reportagem do obituário do New York Times:
“It is astonishing to me the extent to which the term re-engineering has been hijacked, misappropriated and misunderstood,” Dr. Hammer told Time, saying that ideally, re-engineering should promote greater production and create more jobs.
Perdemos todos nós, profissionais de processos, com o falecimento desse grande pensador e escritor.
1 comentário 13 de Setembro de 2008 às 02:47 Rafael Bortolini
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