TI Verde
Muito se tem falado – e, convenhamos, tardiamente - sobre empresas verdes, empresas sustentavelmente responsáveis, etc. Independentemente da denominação que assumirem, o fato é que todas – pelo menos as que estão atentas tanto ao mercado nacional quanto ao internacional - estão preocupadas em não agredir o meio ambiente, O modo de gerenciar as operações, quase sempre embasadas em políticas de preservação ambiental, é que será determinante para que se possa aderir a esse conceito: administrar a produção e o lucro reduzindo ao máximo o impacto que isso trará à natureza.
São inúmeras as providências sendo tomadas nesse sentido! Exemplos: uma empresa fabricante de artigos esportivos está substituindo produtos que prejudicavam o meio ambiente por produtos mais ecológicos, além de buscar a eliminação do desperdício ocorrido no processo de embalagem e design. Muitos bancos, preocupados em lançar medidas socioambientais, estão trazendo grandes ativistas, investindo na conscientização da população, assumindo a tutela de praças, pontes, etc. Empresas vendedoras de combustíveis lançam campanha para neutralizar o efeito nocivo do carbono produzido pelos carros ao meio ambiente, plantando árvores. É uma verdadeira corrida em busca da ISO 14001.
A novidade é que essa conscientização chegou, também, à TI, a chamada TI Verde - está havendo um grande incentivo para que as empresas reduzam custos com energia, consumo de papéis, etc.
Declarações de executivos como João Carlos Redondo, gerente de administração patrimonial da Itautec, são fundamentais à causa. Disse ele: “Dentro de 4 a 5 anos, ninguém vai ser competitivo se não estiver apoiado no tripé: responsabilidade econômica, social e ambiental.
Recente pesquisa, realizada pelo Gartner Group, divulgou os seguintes resultados: para 80% dos executivos a importância deste assunto se encontra em crescimento nas organizações, e outros 43% ao selecionar seus fornecedores, priorizam empresas que revelem preocupação real com a preservação do meio ambiente.
Essa ação seria facilitada, e muito, se as empresas que desejam abraçar a ideologia verde e, serem competitivas adotassem um BPMS: ao mapear os processos, ocorre uma diminuição significativa do consumo de energia, pois são excluídas todas aquelas atividades que não agragam valor, eliminando-se os gargalos. Enfim, agiliza o processo ao diminuir o tempo de processamento, o que, conseqüentemente, diminuirá o consumo de energia. Ainda com o BPMS é possível, reduzir o custo com papéis, afinal funciona 100% via web.
Cabe registrarmos que, esse avanço em âmbito global, de cada vez mais surgirem empresas com metas que as definam como socialmente responsáveis se deve, em grande parte, às exigências dos consumidores.
De acordo com Fábio Barbosa, presidente do grupo Santander - “A empresa verde é um caminho sem volta”. A humanidade com certeza agradece!
Adicionar comentário 7 de Novembro de 2008 às 12:47 Danielle Guimarães