BPEL: cuidado!
1 de Outubro de 2007 às 23:43 Rafael Bortolini | Enviar por e-mail Hits para esta publicação: 669
Pela segunda vez nos últimos 2 meses recebi uma RFP de prospect onde, no detalhamento de requisitos, estava escrito que a ferramenta de BPM escolhida deveria possuir obrigatoriamente ” recurso para mapeamento de processos em linguagem BPEL”.
Como vimos em posts anteriores, o BPEL não é um padrão para modelagem de processos, e sim um padrão para execução de processos. O BPEL não tem representação visual, com caixinhas e setas ligando os elementos, o BPEL é um arquivo XML com uma lógica e um padrão. Se a sua ferramenta de BPM possui uma editor gráfico para montagem de BPEL, isso é outra história: esse editor assim como a notação utilizada é uma interpretação do fabricante para o modelo BPEL. Outras ferramentas terão outra notação gráfica, a não ser que , enfim, esteja-se utilizando um padrão de mapeamento e desenho de verdade, como o BPMN.
Por isso, em última instância, se eu fosse capacitar alguém em modelagem de processos com BPEL, eu usuaria o bloco de notas e digitaria um monte de tag’s no arquivo XML.
A dúvida que fica é: de onde essas empresas tem tirado essa idéia de que o BPEL é tão mágico assim?
Publicação arquivada em: BPM, BPEL
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3 Comentários Faça seu próprio
1. Roberto | 20 de Outubro de 2007 às 22:12
Eu já ouvi esse papo antes…eu to com a impressão que tem alguma empresa espalhando isso no mercado erroneamente…Você vê, o pessoal não conheçe BPM ainda a fundo, ouve alguem dizer qualquer coisa e segue em frente….tem que cuidar
2. Marcelo | 20 de Novembro de 2007 às 22:12
Eu também já vi isso numa apresentação!
3. Dewes | 19 de Janeiro de 2008 às 01:36
Ferramentas que ajudam a desenvolver BPEL usando uma notação semelhante a BPMN talvez confundam pessoas que estão recem ingressando nesse ramo.
Ou também porque é um monte de sigla e nem prestam a atenção no que falam.
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